Quantas vezes você disse “tudo bem” sem realmente estar bem?

Sobre este episódio

Quantas vezes alguém perguntou “tudo bem?” para você hoje?

E quantas vezes essa pergunta foi apenas uma forma de cumprimentar, sem espaço para uma resposta diferente?

Também aprendemos a responder “tudo bem” automaticamente, mesmo quando aquilo que estamos vivendo talvez fosse difícil de explicar em uma única palavra.

Neste segundo episódio, Daniela Cais nos convida a refletir sobre a relação entre linguagem, sentimentos e relações humanas. Porque estar triste não é o mesmo que estar em luto. Sentir raiva não é necessariamente sentir frustração. Estar cansado também não significa estar esgotado.

Ampliar nosso repertório emocional não significa encontrar uma palavra perfeita para cada experiência, mas desenvolver mais possibilidades para reconhecer, compreender e comunicar aquilo que sentimos.

A conversa também passa pelo corpo, pelas sensações que podem surgir antes das palavras e pelo caminho entre perceber, reconhecer, nomear e expressar aquilo que estamos vivendo.


Para continuar pensando...

Depois de assistir ao episódio, experimente levar uma pergunta com você:

Quando você diz “não estou bem”, consegue identificar o que está tentando comunicar?

Nem sempre é possível encontrar uma resposta imediatamente.

Às vezes, podemos começar percebendo uma sensação, uma mudança, uma reação ou simplesmente reconhecendo que alguma coisa está acontecendo.

Porque, antes de encontrar uma palavra, talvez o primeiro passo seja perceber aquilo que ainda estamos tentando compreender.


Continue a jornada

Este é o segundo episódio de uma série de quatro conversas sobre emoções, linguagem e relações humanas.

 
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Quando uma palavra não é suficiente: por que ampliar nosso repertório pode transformar a forma como compreendemos o que sentimos