Quantas vezes você disse “tudo bem” sem realmente estar bem?
No Episódio 2 da série Da Semântica dos Sentimentos ao Letramento Socioemocional, Daniela Cais reflete sobre linguagem, sentimentos e a importância de nomear nossas experiências.
Quando uma palavra não é suficiente: por que ampliar nosso repertório pode transformar a forma como compreendemos o que sentimos
Amplie seu repertório para compreender sentimentos e experiências. Conheça o papel do letramento socioemocional como prática.
Guia de Conversa | EP 01
Baixe gratuitamente o Guia de Conversa do Instituto Bem do Estar e explore práticas para ampliar seu repertório de letramento socioemocional.
Você aprendeu a ler. Mas aprendeu a ler a si mesmo?
No primeiro episódio de Da Semântica dos Sentimentos ao Letramento Socioemocional, Daniela Cais conversa sobre emoções, linguagem e a importância de ampliar nosso repertório socioemocional.
8 anos de Bem do Estar: uma história construída para ampliar conversas sobre saúde mental
O Instituto Bem do Estar completa 8 anos. Conheça nossa trajetória na promoção da saúde mental e o novo ciclo dedicado à educação e ao letramento socioemocional.
Estar na Pele da Bruna
Na nova página do Estar na Pele, Bruna Ferreira reflete sobre essas marcas invisíveis e sobre um aspecto importante do processo de recuperação: compreender que seguir em frente nem sempre significa voltar a ser quem se era antes.
Estar na Pele da Camila
Na segunda página de seu diário aberto, Camila compartilha como um acontecimento aparentemente pequeno despertou uma sensação profunda: a de que sua história, enfim, havia sido lida e reconhecida.
ESTAR À PROCURA | 04
Nesta história de Estar à Procura, acompanhamos duas vozes que não se encontram: a de quem tenta sobreviver ao que aconteceu e a de quem insiste em não nomear o que fez.
Estar na Pele da Camila
Na estreia de sua participação no Estar na Pele, Camila compartilha um relato sobre a experiência de permanecer viva, presente em seus sentimentos e em seu amor, enquanto enfrenta o afastamento da própria filha.
Estar na Pele da Bruna
Na nova página do Estar na Pele, Bruna Ferreira parte de acontecimentos recentes para refletir sobre o papel das instituições, da Justiça e da cultura na prevenção da violência contra as mulheres.
Mães. Ah, as mães... são todas iguais?
No novo artigo da psicanalista Sandra, refletimos sobre um dos processos mais delicados da vida adulta: o luto da mãe idealizada e o encontro com a mãe real.
Estar na Pele da Bruna
Na nova página do Estar na Pele, Bruna Ferreira compartilha um momento profundamente íntimo: a noite em que buscou respostas para uma pergunta que já não conseguia responder sozinha.
Instituto Bem do Estar realiza nova edição do Estar na Escuta durante a Feira da Diversidade
No dia 4 de junho, o Instituto Bem do Estar participou da 25ª Feira Cultural da Diversidade e Empreendedorismo LGBT+, realizada no Vale do Anhangabaú, em São Paulo.
Saúde mental na escola: experiência de educação socioemocional com jovens em Diadema
No mês de março, o Instituto Bem do Estar esteve na Escola Estadual Amadeu Odorico de Souza, em Diadema, conduzindo uma imersão socioemocional com estudantes da rede pública.
Estar na Pele da Bruna
Relacionamentos abusivos raramente começam com violência explícita. Eles começam com intensidade. Com presença. Com algo que parece cuidado. E mudam.
ESTAR À PROCURA | 03
Nesta história conhecemos o Marcos e o Pedro, que vivem suas solidões de formas diferentes, mas que carregam a mesma pergunta dentro do peito - “Será que alguém, um dia, vai me enxergar de verdade?“
Cinco na Escola, Três na Vida.
No novo artigo da psicanalista Sandra, o luto aparece não só como dor — mas como transformação.
O mundo não fala sozinho. Ele fala com as nossas palavras.
Todo março, as redes se enchem de homenagens às mulheres. Flores, frases de empoderamento, campanhas cor-de-rosa. E no dia 9, tudo volta ao normal. Esta campanha não quer isso.
Estar na Pele da Bruna
Na nova página do Estar na Pele da Bruna, a pergunta não é sobre dinheiro. É sobre tudo aquilo que não se mede. E sobre o que realmente precisa mudar para que histórias assim não se repitam.
Violência contra mulheres e saúde mental: o que os números não mostram e o que todos nós temos a ver com isso
A violência psicológica é a forma mais comum e menos denunciada de violência contra mulheres. Ela se manifesta no controle, no isolamento, na humilhação sistemática, no apagamento progressivo da identidade.