Sobre Bem-estar Mental
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Relacionamentos abusivos raramente começam com violência explícita. Eles começam com intensidade. Com presença. Com algo que parece cuidado. E mudam.
Nesta história conhecemos o Marcos e o Pedro, que vivem suas solidões de formas diferentes, mas que carregam a mesma pergunta dentro do peito - “Será que alguém, um dia, vai me enxergar de verdade?“
No novo artigo da psicanalista Sandra Marcondes, o luto aparece não só como dor — mas como transformação.
Todo março, as redes se enchem de homenagens às mulheres. Flores, frases de empoderamento, campanhas cor-de-rosa. E no dia 9, tudo volta ao normal. Esta campanha não quer isso.
Na nova página do Estar na Pele da Bruna, a pergunta não é sobre dinheiro. É sobre tudo aquilo que não se mede. E sobre o que realmente precisa mudar para que histórias assim não se repitam.
A violência psicológica é a forma mais comum e menos denunciada de violência contra mulheres. Ela se manifesta no controle, no isolamento, na humilhação sistemática, no apagamento progressivo da identidade.
Existe uma pergunta que a escritora Glennon Doyle ajudou a colocar em palavras e que não sai mais da cabeça de muitas mulheres: quem você era antes que o mundo te dissesse quem ser?
Neste texto, Bruna compartilha o que quase nunca aparece nos relatos: a insistência que antecede a validação. O cansaço de explicar, organizar provas, repetir a própria dor — em um sistema que ainda exige demais de quem já foi violentada.
Neste texto, Rhaviel escreve sobre crescer ouvindo que emoções precisam ser engolidas, silenciadas ou negadas — e sobre como essa ausência de letramento socioemocional atravessa a forma como nos relacionamos com nós mesmos e com os outros.
Neste texto, Will compartilha uma reflexão profunda sobre o oculto: aquilo que não foi elaborado, que insiste em falar, que molda pensamentos, afetos e escolhas — mesmo quando tentamos silenciar.
Há histórias que nascem de um grito, outras de um silêncio. A de Fernando nasce no meio-termo: um sussurro tímido que atravessa décadas de medo, culpa, fé, violência, desejo, e uma coragem antiga que só agora encontra uma voz.
Neste artigo, a colunista Laura Rezende reflete como pequenos gestos de presença ajudam a escutar o corpo, organizar a mente, respirar melhor e cuidar da saúde emocional de forma possível e sustentável.
Neste texto, Laura compartilha uma reflexão sensível sobre performance, mérito, privilégios e os impactos dessas narrativas na saúde mental. Um convite a questionar modelos de sucesso que adoecem e a imaginar outras formas de existir, com menos cobrança e mais presença.
Um texto sensível de Louise Barbosa sobre depressão, escuta e cuidado em saúde mental, convidando à reflexão sobre sobrevivência, acolhimento e presença ao longo do Janeiro Branco e além.
Um guia simples e indispensável para cuidar da saúde mental em 2026. Entenda o Janeiro Branco, sinais de alerta e caminhos de cuidado emocional.
Um relato pessoal sobre saúde mental, autocuidado e como o movimento diário pode se tornar apoio emocional para atravessar lutos e mudanças.
Entenda como o letramento socioemocional fortalece vínculos, melhora a comunicação e protege a saúde mental nas relações.
Um texto sensível sobre presença, consciência e o desafio de habitar a própria experiência em um mundo voltado para fora.
Relato pessoal de Andrea Britto sobre sair do piloto automático, saúde mental, depressão e o caminho do autoconhecimento e cuidado.
Artigo de Janeiro Branco sobre pequenos gestos de pausa e consciência que ajudam a sair do automático e expandir a presença no dia a dia.
Nem sempre os jovens conseguem transformar o que sentem em palavras. É por isso que o letramento socioemocional e as linguagens artísticas são tão importantes.
Janeiro Branco convida a sair do piloto automático. Artigo de Crys Feijes sobre pequenos gestos que ampliam presença e cuidado emocional.
Neste artigo especial de Janeiro Branco, Carol Rahal articula psicologia, neurociência e arte para refletir sobre o papel da expressão artística no desenvolvimento socioemocional e na saúde mental. Uma leitura necessária para quem acredita em cuidado com profundidade.
Artigo de Sandra Marcondes sobre exaustão emocional, dificuldade de dizer não e a importância dos limites para a saúde mental.
Quando falamos sobre produtividade, retenção de talentos e desempenho profissional, muitas vezes olhamos apenas para metas, processos e indicadores. Mas existe um fator silencioso que impacta tudo isso de forma profunda: o bem-estar emocional das pessoas.
Inspirado no TED da Dani Cais, o artigo reflete sobre habilidades relacionais, empatia e sua importância para a saúde mental e o bem-estar.
Existem histórias que começam antes mesmo do primeiro encontro. Histórias que se escrevem nas faltas, nos vazios, nas tentativas de se reconstruir depois do amor que não deu certo. Estar à Procura é sobre isso: relatos de quem, de uma maneira ou de outra, busca aquela parte que está faltando — e tenta preencher o vazio que machuca.
Falar alivia, ser ouvido transforma e ouvir fortalece. Foi com essa essência que o Instituto Bem do Estar realizou, ao longo de 2025, quatro edições do projeto Estar na Escuta levando acolhimento, empatia e escuta ativa para as ruas de São Paulo.
Faça parte desse movimento.
Doe R$ 15 por mês e ajude a sustentar iniciativas que fomentam diálogos, inspiram práticas saudáveis e fortalecem nossa cultura do cuidar.
Na nova página do Estar na Pele, Letícia revisita um ano de mudanças — externas e internas — e a forma como tem aprendido a conviver com a ansiedade, a depressão e consigo mesma. Um relato breve sobre coragem, processo e transformação.
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Estar na Pele
O diário aberto de pessoas que compartilham seus pensamentos, experiências, reflexões, questionamentos e provocações sobre as questões da mente.
Sinta como é estar na pele dos nossos colunistas!
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Estar em movimento
Aulas de alongamento, yoga, meditação para praticar a presença e cuidar bem do seu estar!
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Ser Mulher
A coluna "Ser Mulher" surgiu para dar voz a questões essenciais sobre a saúde mental das mulheres, promovendo mais conversa, reflexão e transformação sobre o tema.
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Ser LGBTQIAPN+
Espaço de reflexão e conversas sobre e para a comunidade LGBTQIA+, que luta contra o preconceito, rejeição, insegurança e violência, fatores que impactam diretamente na saúde da mente deles.
Conheça nossa rede de colunistas voluntários
Separar um tempo para ser voluntário pode ajudar a melhorar sua saúde mental e bem-estar emocional!