Sobre Bem-estar Mental
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Nosso desejo sexual pode variar ao longo da vida e isso não é um problema. Dependendo da nossa rotina, da nossa saúde física e mental, da nossa idade, da nossa sensação de bem-estar, dentre outros fatores, podemos estar com maior ou menor libido, sem necessariamente ter algo de errado. Mas quando essas alterações se tornam persistentes e prejudicam a vida da pessoa, algo deve ser feito para reequilíbrio do organismo.
Um exercício para o controle da ansiedade, estresse, depressão e resolução de conflitos.
Infelizmente, o sofrimento emocional é muito mais comum do que se imagina. Quantos amigos, vizinhos, colegas de trabalho e até mesmo membros da família sofrem emocionalmente e não reconhecem os sintomas e, pior, nem pedem ajuda.
As emoções fazem parte do nosso dia a dia. Às vezes, pode parecer que nossos sentimentos controlam como pensamos e agimos a ponto de sentir que não estamos no controle. Mas, para muitas pessoas, as emoções permanecem misteriosas, confusas e difíceis de expressar construtivamente.
No Episódio 2 da série Da Semântica dos Sentimentos ao Letramento Socioemocional, Daniela Cais reflete sobre linguagem, sentimentos e a importância de nomear nossas experiências.
Amplie seu repertório para compreender sentimentos e experiências. Conheça o papel do letramento socioemocional como prática.
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No primeiro episódio de Da Semântica dos Sentimentos ao Letramento Socioemocional, Daniela Cais conversa sobre emoções, linguagem e a importância de ampliar nosso repertório socioemocional.
O Instituto Bem do Estar completa 8 anos. Conheça nossa trajetória na promoção da saúde mental e o novo ciclo dedicado à educação e ao letramento socioemocional.
Na nova página do Estar na Pele, Bruna Ferreira reflete sobre essas marcas invisíveis e sobre um aspecto importante do processo de recuperação: compreender que seguir em frente nem sempre significa voltar a ser quem se era antes.
Na segunda página de seu diário aberto, Camila compartilha como um acontecimento aparentemente pequeno despertou uma sensação profunda: a de que sua história, enfim, havia sido lida e reconhecida.
Nesta história de Estar à Procura, acompanhamos duas vozes que não se encontram: a de quem tenta sobreviver ao que aconteceu e a de quem insiste em não nomear o que fez.
Na estreia de sua participação no Estar na Pele, Camila compartilha um relato sobre a experiência de permanecer viva, presente em seus sentimentos e em seu amor, enquanto enfrenta o afastamento da própria filha.
Na nova página do Estar na Pele, Bruna Ferreira parte de acontecimentos recentes para refletir sobre o papel das instituições, da Justiça e da cultura na prevenção da violência contra as mulheres.
No novo artigo da psicanalista Sandra, refletimos sobre um dos processos mais delicados da vida adulta: o luto da mãe idealizada e o encontro com a mãe real.
Na nova página do Estar na Pele, Bruna Ferreira compartilha um momento profundamente íntimo: a noite em que buscou respostas para uma pergunta que já não conseguia responder sozinha.
No dia 4 de junho, o Instituto Bem do Estar participou da 25ª Feira Cultural da Diversidade e Empreendedorismo LGBT+, realizada no Vale do Anhangabaú, em São Paulo.
No mês de março, o Instituto Bem do Estar esteve na Escola Estadual Amadeu Odorico de Souza, em Diadema, conduzindo uma imersão socioemocional com estudantes da rede pública.
Relacionamentos abusivos raramente começam com violência explícita. Eles começam com intensidade. Com presença. Com algo que parece cuidado. E mudam.
Nesta história conhecemos o Marcos e o Pedro, que vivem suas solidões de formas diferentes, mas que carregam a mesma pergunta dentro do peito - “Será que alguém, um dia, vai me enxergar de verdade?“
No novo artigo da psicanalista Sandra, o luto aparece não só como dor — mas como transformação.
Todo março, as redes se enchem de homenagens às mulheres. Flores, frases de empoderamento, campanhas cor-de-rosa. E no dia 9, tudo volta ao normal. Esta campanha não quer isso.
Na nova página do Estar na Pele da Bruna, a pergunta não é sobre dinheiro. É sobre tudo aquilo que não se mede. E sobre o que realmente precisa mudar para que histórias assim não se repitam.
A violência psicológica é a forma mais comum e menos denunciada de violência contra mulheres. Ela se manifesta no controle, no isolamento, na humilhação sistemática, no apagamento progressivo da identidade.
Existe uma pergunta que a escritora Glennon Doyle ajudou a colocar em palavras e que não sai mais da cabeça de muitas mulheres: quem você era antes que o mundo te dissesse quem ser?
Neste texto, Bruna compartilha o que quase nunca aparece nos relatos: a insistência que antecede a validação. O cansaço de explicar, organizar provas, repetir a própria dor — em um sistema que ainda exige demais de quem já foi violentada.
Neste texto, Rhaviel escreve sobre crescer ouvindo que emoções precisam ser engolidas, silenciadas ou negadas — e sobre como essa ausência de letramento socioemocional atravessa a forma como nos relacionamos com nós mesmos e com os outros.
Neste texto, Will compartilha uma reflexão profunda sobre o oculto: aquilo que não foi elaborado, que insiste em falar, que molda pensamentos, afetos e escolhas — mesmo quando tentamos silenciar.
Há histórias que nascem de um grito, outras de um silêncio. A de Fernando nasce no meio-termo: um sussurro tímido que atravessa décadas de medo, culpa, fé, violência, desejo, e uma coragem antiga que só agora encontra uma voz.
Neste artigo, a colunista Laura Rezende reflete como pequenos gestos de presença ajudam a escutar o corpo, organizar a mente, respirar melhor e cuidar da saúde emocional de forma possível e sustentável.
Neste texto, Laura compartilha uma reflexão sensível sobre performance, mérito, privilégios e os impactos dessas narrativas na saúde mental. Um convite a questionar modelos de sucesso que adoecem e a imaginar outras formas de existir, com menos cobrança e mais presença.
Um texto sensível de Louise Barbosa sobre depressão, escuta e cuidado em saúde mental, convidando à reflexão sobre sobrevivência, acolhimento e presença ao longo do Janeiro Branco e além.
Um guia simples e indispensável para cuidar da saúde mental em 2026. Entenda o Janeiro Branco, sinais de alerta e caminhos de cuidado emocional.
Um relato pessoal sobre saúde mental, autocuidado e como o movimento diário pode se tornar apoio emocional para atravessar lutos e mudanças.
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Entrevistamos a Judá Nunes em nosso podcast Cuide Bem do Seu Estar para falar sobre o tema e contar um pouco sobre suas vivências.Ela é Educadora, Gestora de projetos, Comunicadora, Escritora, Palestrante, e especialista em Diversidade, Equidade, Inclusão e Analista de futuros, além, de LinkedIn Top Voices Orgulho.
Este episódio é um encontro entre dois grandes parceiros para conversar sobre seu mais novo projeto, o estudo “Sexualidade e Saúde da Mente”. Neste bate-papo a equipe da NOZ Pesquisa e Inteligência, representada pela Ju e Laura, e do Bem do Estar, representado pela Bel e Camila, conversam sobre o tema sexualidade e seus impactos na saúde da mente. Venha refletir com essas mulheres incríveis!
Episódio da nossa série de podcasts "Pílulas de inspiração com Crys Feijes", hoje sobre sexualidade e saúde da mente.
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Estar na Pele
O diário aberto de pessoas que compartilham seus pensamentos, experiências, reflexões, questionamentos e provocações sobre as questões da mente.
Sinta como é estar na pele dos nossos colunistas!
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Aulas de alongamento, yoga, meditação para praticar a presença e cuidar bem do seu estar!
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Ser Mulher
A coluna "Ser Mulher" surgiu para dar voz a questões essenciais sobre a saúde mental das mulheres, promovendo mais conversa, reflexão e transformação sobre o tema.
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Ser LGBTQIAPN+
Espaço de reflexão e conversas sobre e para a comunidade LGBTQIA+, que luta contra o preconceito, rejeição, insegurança e violência, fatores que impactam diretamente na saúde da mente deles.
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Separar um tempo para ser voluntário pode ajudar a melhorar sua saúde mental e bem-estar emocional!
Em um mundo cada vez mais digital, a linha entre o humano e a máquina se torna progressivamente mais tênue.