Sobre Bem-estar Mental
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No mês de março, o Instituto Bem do Estar esteve na Escola Estadual Amadeu Odorico de Souza, em Diadema, conduzindo uma imersão socioemocional com estudantes da rede pública.
Relacionamentos abusivos raramente começam com violência explícita. Eles começam com intensidade. Com presença. Com algo que parece cuidado. E mudam.
Nesta história conhecemos o Marcos e o Pedro, que vivem suas solidões de formas diferentes, mas que carregam a mesma pergunta dentro do peito - “Será que alguém, um dia, vai me enxergar de verdade?“
No novo artigo da psicanalista Sandra Marcondes, o luto aparece não só como dor — mas como transformação.
Todo março, as redes se enchem de homenagens às mulheres. Flores, frases de empoderamento, campanhas cor-de-rosa. E no dia 9, tudo volta ao normal. Esta campanha não quer isso.
Na nova página do Estar na Pele da Bruna, a pergunta não é sobre dinheiro. É sobre tudo aquilo que não se mede. E sobre o que realmente precisa mudar para que histórias assim não se repitam.
A violência psicológica é a forma mais comum e menos denunciada de violência contra mulheres. Ela se manifesta no controle, no isolamento, na humilhação sistemática, no apagamento progressivo da identidade.
Existe uma pergunta que a escritora Glennon Doyle ajudou a colocar em palavras e que não sai mais da cabeça de muitas mulheres: quem você era antes que o mundo te dissesse quem ser?
Neste texto, Bruna compartilha o que quase nunca aparece nos relatos: a insistência que antecede a validação. O cansaço de explicar, organizar provas, repetir a própria dor — em um sistema que ainda exige demais de quem já foi violentada.
Neste texto, Rhaviel escreve sobre crescer ouvindo que emoções precisam ser engolidas, silenciadas ou negadas — e sobre como essa ausência de letramento socioemocional atravessa a forma como nos relacionamos com nós mesmos e com os outros.
Neste texto, Will compartilha uma reflexão profunda sobre o oculto: aquilo que não foi elaborado, que insiste em falar, que molda pensamentos, afetos e escolhas — mesmo quando tentamos silenciar.
Há histórias que nascem de um grito, outras de um silêncio. A de Fernando nasce no meio-termo: um sussurro tímido que atravessa décadas de medo, culpa, fé, violência, desejo, e uma coragem antiga que só agora encontra uma voz.
Neste artigo, a colunista Laura Rezende reflete como pequenos gestos de presença ajudam a escutar o corpo, organizar a mente, respirar melhor e cuidar da saúde emocional de forma possível e sustentável.
Neste texto, Laura compartilha uma reflexão sensível sobre performance, mérito, privilégios e os impactos dessas narrativas na saúde mental. Um convite a questionar modelos de sucesso que adoecem e a imaginar outras formas de existir, com menos cobrança e mais presença.
Um texto sensível de Louise Barbosa sobre depressão, escuta e cuidado em saúde mental, convidando à reflexão sobre sobrevivência, acolhimento e presença ao longo do Janeiro Branco e além.
Um guia simples e indispensável para cuidar da saúde mental em 2026. Entenda o Janeiro Branco, sinais de alerta e caminhos de cuidado emocional.
Um relato pessoal sobre saúde mental, autocuidado e como o movimento diário pode se tornar apoio emocional para atravessar lutos e mudanças.
Entenda como o letramento socioemocional fortalece vínculos, melhora a comunicação e protege a saúde mental nas relações.
Um texto sensível sobre presença, consciência e o desafio de habitar a própria experiência em um mundo voltado para fora.
Relato pessoal de Andrea Britto sobre sair do piloto automático, saúde mental, depressão e o caminho do autoconhecimento e cuidado.
Artigo de Janeiro Branco sobre pequenos gestos de pausa e consciência que ajudam a sair do automático e expandir a presença no dia a dia.
Nem sempre os jovens conseguem transformar o que sentem em palavras. É por isso que o letramento socioemocional e as linguagens artísticas são tão importantes.
Janeiro Branco convida a sair do piloto automático. Artigo de Crys Feijes sobre pequenos gestos que ampliam presença e cuidado emocional.
Neste artigo especial de Janeiro Branco, Carol Rahal articula psicologia, neurociência e arte para refletir sobre o papel da expressão artística no desenvolvimento socioemocional e na saúde mental. Uma leitura necessária para quem acredita em cuidado com profundidade.
Artigo de Sandra Marcondes sobre exaustão emocional, dificuldade de dizer não e a importância dos limites para a saúde mental.
Quando falamos sobre produtividade, retenção de talentos e desempenho profissional, muitas vezes olhamos apenas para metas, processos e indicadores. Mas existe um fator silencioso que impacta tudo isso de forma profunda: o bem-estar emocional das pessoas.
Inspirado no TED da Dani Cais, o artigo reflete sobre habilidades relacionais, empatia e sua importância para a saúde mental e o bem-estar.
Existem histórias que começam antes mesmo do primeiro encontro. Histórias que se escrevem nas faltas, nos vazios, nas tentativas de se reconstruir depois do amor que não deu certo. Estar à Procura é sobre isso: relatos de quem, de uma maneira ou de outra, busca aquela parte que está faltando — e tenta preencher o vazio que machuca.
Falar alivia, ser ouvido transforma e ouvir fortalece. Foi com essa essência que o Instituto Bem do Estar realizou, ao longo de 2025, quatro edições do projeto Estar na Escuta levando acolhimento, empatia e escuta ativa para as ruas de São Paulo.
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Estar na Pele
O diário aberto de pessoas que compartilham seus pensamentos, experiências, reflexões, questionamentos e provocações sobre as questões da mente.
Sinta como é estar na pele dos nossos colunistas!
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Estar em movimento
Aulas de alongamento, yoga, meditação para praticar a presença e cuidar bem do seu estar!
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Ser Mulher
A coluna "Ser Mulher" surgiu para dar voz a questões essenciais sobre a saúde mental das mulheres, promovendo mais conversa, reflexão e transformação sobre o tema.
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Ser LGBTQIAPN+
Espaço de reflexão e conversas sobre e para a comunidade LGBTQIA+, que luta contra o preconceito, rejeição, insegurança e violência, fatores que impactam diretamente na saúde da mente deles.
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