Promover SAÚDE MENTAL começa com
EDUCAÇÃO
SOCIOEMOCIONAL
CONHEÇA NOSSOS PROJETOS
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Vivências Socioemocionais
Atividades propositivas que por meio de uma experiência imersiva estimulam o desenvolvimento de habilidades socioemocionais, através da arte.
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Estar na Escuta
Ação que leva, gratuitamente, escuta qualificada e acolhimento humano para locais públicos, como parques, praças e grandes avenidas.
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Materiais Educativos
Publicações, como artigos, cartilhas e ebooks, com o objetivo de gerar conhecimento e conscientização em saúde mental.
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Pesquisas
Produção dados de qualidade sobre o contexto sobre saúde da mente e o impacto na sociedade, gerando estatísticas via pesquisas de opinião.
VOCÊ TAMBÉM PODE INVESTIR
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Marketing Relacionado à Causa
Vamos juntos promover a saúde da mente e construir uma cultura de cuidado com impacto real para todos. Mais do que uma ação de marketing, o MRC é uma forma de investimento social com propósito.
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Programa de Saúde Mental para empresas
Desenvolvemos programas personalizados para empresas que desejam fortalecer o bem-estar de suas equipes e, ao mesmo tempo, contribuir para uma sociedade mais saudável e inclusiva.
Neste texto, Rhaviel escreve sobre crescer ouvindo que emoções precisam ser engolidas, silenciadas ou negadas — e sobre como essa ausência de letramento socioemocional atravessa a forma como nos relacionamos com nós mesmos e com os outros.
Neste texto, Will compartilha uma reflexão profunda sobre o oculto: aquilo que não foi elaborado, que insiste em falar, que molda pensamentos, afetos e escolhas — mesmo quando tentamos silenciar.
Há histórias que nascem de um grito, outras de um silêncio. A de Fernando nasce no meio-termo: um sussurro tímido que atravessa décadas de medo, culpa, fé, violência, desejo, e uma coragem antiga que só agora encontra uma voz.
Neste artigo, a colunista Laura Rezende reflete como pequenos gestos de presença ajudam a escutar o corpo, organizar a mente, respirar melhor e cuidar da saúde emocional de forma possível e sustentável.
Neste texto, Laura compartilha uma reflexão sensível sobre performance, mérito, privilégios e os impactos dessas narrativas na saúde mental. Um convite a questionar modelos de sucesso que adoecem e a imaginar outras formas de existir, com menos cobrança e mais presença.
Um texto sensível de Louise Barbosa sobre depressão, escuta e cuidado em saúde mental, convidando à reflexão sobre sobrevivência, acolhimento e presença ao longo do Janeiro Branco e além.
Um guia simples e indispensável para cuidar da saúde mental em 2026. Entenda o Janeiro Branco, sinais de alerta e caminhos de cuidado emocional.
Um relato pessoal sobre saúde mental, autocuidado e como o movimento diário pode se tornar apoio emocional para atravessar lutos e mudanças.
Entenda como o letramento socioemocional fortalece vínculos, melhora a comunicação e protege a saúde mental nas relações.
Um texto sensível sobre presença, consciência e o desafio de habitar a própria experiência em um mundo voltado para fora.
Relato pessoal de Andrea Britto sobre sair do piloto automático, saúde mental, depressão e o caminho do autoconhecimento e cuidado.
Artigo de Janeiro Branco sobre pequenos gestos de pausa e consciência que ajudam a sair do automático e expandir a presença no dia a dia.
Nem sempre os jovens conseguem transformar o que sentem em palavras. É por isso que o letramento socioemocional e as linguagens artísticas são tão importantes.
Janeiro Branco convida a sair do piloto automático. Artigo de Crys Feijes sobre pequenos gestos que ampliam presença e cuidado emocional.
Neste artigo especial de Janeiro Branco, Carol Rahal articula psicologia, neurociência e arte para refletir sobre o papel da expressão artística no desenvolvimento socioemocional e na saúde mental. Uma leitura necessária para quem acredita em cuidado com profundidade.
Artigo de Sandra Marcondes sobre exaustão emocional, dificuldade de dizer não e a importância dos limites para a saúde mental.
Quando falamos sobre produtividade, retenção de talentos e desempenho profissional, muitas vezes olhamos apenas para metas, processos e indicadores. Mas existe um fator silencioso que impacta tudo isso de forma profunda: o bem-estar emocional das pessoas.
Inspirado no TED da Dani Cais, o artigo reflete sobre habilidades relacionais, empatia e sua importância para a saúde mental e o bem-estar.
Existem histórias que começam antes mesmo do primeiro encontro. Histórias que se escrevem nas faltas, nos vazios, nas tentativas de se reconstruir depois do amor que não deu certo. Estar à Procura é sobre isso: relatos de quem, de uma maneira ou de outra, busca aquela parte que está faltando — e tenta preencher o vazio que machuca.
Falar alivia, ser ouvido transforma e ouvir fortalece. Foi com essa essência que o Instituto Bem do Estar realizou, ao longo de 2025, quatro edições do projeto Estar na Escuta levando acolhimento, empatia e escuta ativa para as ruas de São Paulo.
Faça parte desse movimento.
Doe R$ 15 por mês e ajude a sustentar iniciativas que fomentam diálogos, inspiram práticas saudáveis e fortalecem nossa cultura do cuidar.
Na nova página do Estar na Pele, Letícia revisita um ano de mudanças — externas e internas — e a forma como tem aprendido a conviver com a ansiedade, a depressão e consigo mesma. Um relato breve sobre coragem, processo e transformação.
Confundir cuidado com controle, presença com posse, é um caminho perigoso — tanto para quem ama quanto para quem é amado.
A estreia do documentário “Terceirão – Um ano, quatro vidas”, uma produção da Rede Globo com direção de Eliane Scardovelli e Caio Cavechini, convida o público a mergulhar em um retrato sensível e realista da juventude brasileira em um dos períodos mais intensos da vida escolar: o último ano do Ensino Médio.
Esse trabalho culminou em 1º de setembro, em Brasília, em um seminário que consolidou as recomendações para a VI Conferência Regional de Desenvolvimento Social, organizada pela CEPAL.
A carta de gratidão é mais do que um exercício: é uma ferramenta de autocuidado e conexão emocional.
Falar sobre violência psicológica ainda é difícil. Talvez porque, ao contrário da violência física, ela não deixe roxos, cortes ou ossos quebrados — ela corrói por dentro. Silenciosa. Disfarçada. E, por isso, tão perigosa.
As situações e causas pelas quais alguém desiste da própria vida são diversas, mas tenho três que jamais esquecerei.
Por acaso eu te fiz alguma coisa? Essa é a pergunta que volta e meia me atravessa a garganta. Não por mágoa apenas — por perplexidade mesmo. Porque eu penso: será que fiz algo tão grave a ponto de merecer silêncio?
Sobre Bem-estar Mental
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"A realização concreta em forma de livro só foi possível porque, um dia vocês abriram as portas para que eu iniciasse essa caminhada , que hoje eu sei , me trouxe completude! O meu muito obrigada de coração."
Adriana , colunista Estar na Pele
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“Esse projeto salva vidas, vocês são incríveis”
participante da Jornada do Estar
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"Voluntariado é cidadania! Eu adoro a profissão de psicanalista. Já participei de uma ação com vocês. Achei incrível!"
Sandra, voluntária como colunista especialista e Estar na Escuta
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"Eu já participei e é uma experiência incrível! É algo fora da rotina comum durante o domingo das pessoas que, muitas vezes, não conseguem buscar ajuda. Entendo que, quando a ajuda busca a pessoa, isso acende a chama na busca por ajuda. Além de me trazer um sentimento de gratidão imenso! 💛"
Sarah, voluntária no Estar na Escuta
Neste texto, Bruna compartilha o que quase nunca aparece nos relatos: a insistência que antecede a validação. O cansaço de explicar, organizar provas, repetir a própria dor — em um sistema que ainda exige demais de quem já foi violentada.