Foto: Carolyn V / Unsplash
UM DIA EU AINDA ESCREVO
Um dia eu ainda escrevo…
Sem pensar demais
Sem voltar atrás
Pra corrigir o que não ficou perfeito
Um dia eu ainda escrevo…
Sem fazer de conta que eu não sinto mais medo
Sem nenhum apego
Por aquilo que eu gostaria que fosse
Um dia eu ainda escrevo…
Sobre o meu sonho mais doce
Sobre o lugar que me trouxe
De volta pra onde eu nunca saí
Um dia eu ainda escrevo…
Sobre acreditar e confiar mais em si
Em nós, e em tudo o que eu vi
Em você
Um dia eu ainda escrevo…
Sobre o que significa entender
Quem realmente somos e quem deixamos de ser
Um dia por vez, por hoje, sem mais
***
Kenzo Sugawara
Curioso pela profundidade da vida. A escrita para mim é um encontro, comigo mesmo e com o outro. Escrevo para me encontrar e devolver algo de bom no mundo. Nessa busca por encontros mais profundos, criei a SOU - um ponto de encontro para nos conhecermos melhor.
Relato pessoal de Andrea Britto sobre sair do piloto automático, saúde mental, depressão e o caminho do autoconhecimento e cuidado.
Um poema sem fim" é como a Laura descreve seu processo terapêutico. Entre sonhos realizados e sentimentos de falta, ela compartilha a realidade de viver em meio a contradições. Tanta vontade de viver, mas também o peso de uma leveza que parece desconfortável.
Ui, mais um ano desde que escrevi o último texto! O tempo passou e, confesso, eu não vi. Me perguntou por onde andei, ou onde estou agora. Acho que estive distraída com a vida, cumprindo com as obrigações que eu mesma me impus e, claro, sendo atravessada pelos acontecimentos. Muitos acontecimentos. O tempo todo, acontecimentos.
Para mim, era a Felicidade em Um Potinho! Pois era o que eu precisava e na hora certa, me sinto desconcertado por saber que eu poderia ter recebido essa ajuda antes e que não era a podridão que eu imaginava!
como falar sobre saúde mental quando a pessoa que vos escreve é caótica e doidona? talvez assumindo essa faceta no mundo mesmo!
Lembro-me, com muita clareza e detalhes, da época dos vestibulares, foi tão intenso e assombroso que esse fantasma permanece. É ridiculamente estranho definir um curso de faculdade com tão pouca experiência baseada em apenas teorias.
No último fim de semana, tive a sorte de viver uma experiência que me fez refletir sobre o valor das conexões sociais na nossa saúde mental.
Desde muito cedo, o luto me apresentou a um mundo de sentimentos complexos, começando com a perda que me deixou buscando respostas que uma criança não poderia compreender.
Já ouvi essa frase no passado, e ora tendo a acreditar que sim, ora que não. A definição de bem-estar é bem subjetiva, mas é algo em comum que nós buscamos, um equilíbrio entre corpo, alma e mente, relativo à saúde e à satisfação. Para muitos pode soar como uma utopia.
Depois de 32 anos fumando, Carlinhos compartilha um mês sem cigarro, as dificuldades de mudar um hábito e o papel das escolhas conscientes.