Debora Andrade
Colunista especialista | VOLUNTÁRIO
Instrutora de mindfulness no modelo neurocognitivo pelo Mindfulness Centre of Excellence / Londres, multiplicadora de comunicação não violenta, membro da Rede Desacelera. Ofereço treinamentos dedicados à promoção da qualidade de vida e bem-estar, autoconhecimento e conexões humanas. Acredito numa vida desacelerada para um viver com mais presença, gentileza, consciência e intencionalidade.
Contato
E-mail: contato.naturalhumano@gmail.com
Leia os artigos da Debora:
Atualmente muito se fala sobre empatia, escuta empática e para que possamos alcançar seu melhor objetivo é importante termos clareza do que esse “ser empático” significa para que não se torne um caminho de desconexão de nós mesmas, um descuido ou, eventualmente, uma nova forma de opressão.
Durante muitos anos eu vivi num turbilhão de emoções dentro de mim com zero habilidade para entender e acolher o que eu sentia e, tampouco, expressar tudo isso.
Na CNV, consideramos a autenticidade uma necessidade humana compartilhada por todos, ou seja, precisamos nos expressar tal qual somos, mostrar a nossa verdade, nossa versão mais genuína. Ocorre que, costumeiramente, nos comportamos de forma diversa da que gostaríamos em nosso íntimo, por inúmeras razões
Já parou pra pensar quantas sensações te passam despercebidas no dia a dia, tornando-se um banal cotidiano para o qual nem se olha, nem se sente? Deixar o botão do piloto automático ligado nos impede de sentir a vida existindo em nós mesmas, perdemos as nuances do colorido da vida quando tudo entra no modo padrão.
Você aprende e colabora com a promoção e prevenção da saúde da mente! 20% do lucro do Workshop de Pausa será destinado para o Instituto Bem do Estar.
Quando pensa em comunicação, o que te vem à mente - escuta ou fala? Alerto que sem a primeira a segunda pode se tornar mero despejar de informações sem qualquer potencial de vínculo. E não esqueçamos do silêncio – o desconfortável silêncio! - ele também comunica.
Ei, você já teve vontade de ser aceito pelas pessoas? Isso te traz a sensação de ser amado pelo outro? Já sofreu por não se sentir aceito? Já se culpou por perceber que está buscando a aceitação dos outros?
Inspirada por uma prática que a autora vivenciou com um grupo de estudos de comunicação não violenta (CNV) do qual participa, ela propõe uma reflexão sobre como expressamos nossa gratidão.
Criar um hábito requer coragem, disciplina e consciência, mas muitas vezes não temos a paciência necessária para implantar essa transformação, além de não dedicar atenção especial para o novo hábito. Isso gera uma "cachoeira" de sentimentos como frustração, culpa, vergonha, desânimo, raiva e muito mais.
Proponho um olhar diferente hoje, em que o sentido de “estar presente” significa “gerar conexão”, consigo e com o outro.
A “comunicação não violenta” é um processo sistematizado pelo psicólogo norte-americano Marshall Bertram Rosenberg, que propõe um modelo de pensamento e comunicação eficaz, utilizando-se, especialmente, da empatia.
O ser humano tem se empenhado em criar tecnologias inovadoras para facilitar e agilizar os canais de comunicação entre as pessoas, entretanto, não parece se empenhar no mesmo grau para ampliar seu autoconhecimento.
Quer ser colunista voluntário do Bem do Estar?
Faça parte da Rede Bem do Estar e seja um ator na construção de uma sociedade mais consciente e saudável.
Queremos gerar conhecimento aplicável sobre a saúde da mente
Qual é a sua ideia de conflito? Você se sente confortável ou desconfortável quando vivencia um conflito?