Cozinha Consciente: Teobromina e a estimulação neural
Foto: Tetiana Bykovets / Unsplash
Chegou a hora da nossa Cozinha Consciente com a nutri Camila Kneip (@testeiveggie).
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🔊Hoje ela traz uma dica que melhora o humor e a cognição.
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Teobromina é um alcaloide, da mesma família da cafeína, que atua como estimulante cerebral. Apesar de ter propriedades similares à cafeína, a teobromina, diferente dela, não afeta o sistema nervoso central de forma negativa. Ela causa efeitos estimulatórios mais suaves, diminuindo os efeitos colaterais como insônia e tremores. A teobromina leva ao aumento da atividade neural, melhorando o humor e a cognição.
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Onde encontrar?
👉🏼Cacau (nibs de cacau, cacau em pó ou chocolate amargo)
👉🏼Semente do guaraná
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Bora incluir esses alimentos no dia-a-dia?
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Camila Kneip
Nutricionista, pós graduada em gestão pública. 10 anos de experiência em educação nutricional e advocacy no terceiro setor. Criativa e observadora, acredito nas conexões, na empatia e no amor, e numa sociedade mais sustentável e consciente.
No mês de março, o Instituto Bem do Estar esteve na Escola Estadual Amadeu Odorico de Souza, em Diadema, conduzindo uma imersão socioemocional com estudantes da rede pública.
Relacionamentos abusivos raramente começam com violência explícita. Eles começam com intensidade. Com presença. Com algo que parece cuidado. E mudam.
Nesta história conhecemos o Marcos e o Pedro, que vivem suas solidões de formas diferentes, mas que carregam a mesma pergunta dentro do peito - “Será que alguém, um dia, vai me enxergar de verdade?“
No novo artigo da psicanalista Sandra Marcondes, o luto aparece não só como dor — mas como transformação.
Todo março, as redes se enchem de homenagens às mulheres. Flores, frases de empoderamento, campanhas cor-de-rosa. E no dia 9, tudo volta ao normal. Esta campanha não quer isso.
Na nova página do Estar na Pele da Bruna, a pergunta não é sobre dinheiro. É sobre tudo aquilo que não se mede. E sobre o que realmente precisa mudar para que histórias assim não se repitam.
A violência psicológica é a forma mais comum e menos denunciada de violência contra mulheres. Ela se manifesta no controle, no isolamento, na humilhação sistemática, no apagamento progressivo da identidade.
Existe uma pergunta que a escritora Glennon Doyle ajudou a colocar em palavras e que não sai mais da cabeça de muitas mulheres: quem você era antes que o mundo te dissesse quem ser?
Neste texto, Bruna compartilha o que quase nunca aparece nos relatos: a insistência que antecede a validação. O cansaço de explicar, organizar provas, repetir a própria dor — em um sistema que ainda exige demais de quem já foi violentada.
Nutricionista, pós graduada em gestão pública. 10 anos de experiência em educação nutricional e advocacy no terceiro setor. Criativa e observadora, acredito nas conexões, na empatia e no amor, e numa sociedade mais sustentável e consciente.
No dia 4 de junho, o Instituto Bem do Estar participou da 25ª Feira Cultural da Diversidade e Empreendedorismo LGBT+, realizada no Vale do Anhangabaú, em São Paulo.