Isabel Marçal é o retrato da semana no Projeto Draft
Por Cláudia de Castro Lima
Foto: Divulgação/Projeto Draft
Apaixonada pela vida e pelas pessoas, enfrentou uma depressão que a fez pensar em acabar com seu bem mais precioso. Depois de um processo de autoconhecimento, divulgar a importância da saúde mental virou sua missão de vida.
Confira o podcast do Draft com a Bel aqui!
Nesta história conhecemos o Marcos e o Pedro, que vivem suas solidões de formas diferentes, mas que carregam a mesma pergunta dentro do peito - “Será que alguém, um dia, vai me enxergar de verdade?“
No novo artigo da psicanalista Sandra Marcondes, o luto aparece não só como dor — mas como transformação.
Todo março, as redes se enchem de homenagens às mulheres. Flores, frases de empoderamento, campanhas cor-de-rosa. E no dia 9, tudo volta ao normal. Esta campanha não quer isso.
Na nova página do Estar na Pele da Bruna, a pergunta não é sobre dinheiro. É sobre tudo aquilo que não se mede. E sobre o que realmente precisa mudar para que histórias assim não se repitam.
A violência psicológica é a forma mais comum e menos denunciada de violência contra mulheres. Ela se manifesta no controle, no isolamento, na humilhação sistemática, no apagamento progressivo da identidade.
Existe uma pergunta que a escritora Glennon Doyle ajudou a colocar em palavras e que não sai mais da cabeça de muitas mulheres: quem você era antes que o mundo te dissesse quem ser?
Neste texto, Bruna compartilha o que quase nunca aparece nos relatos: a insistência que antecede a validação. O cansaço de explicar, organizar provas, repetir a própria dor — em um sistema que ainda exige demais de quem já foi violentada.
Neste texto, Rhaviel escreve sobre crescer ouvindo que emoções precisam ser engolidas, silenciadas ou negadas — e sobre como essa ausência de letramento socioemocional atravessa a forma como nos relacionamos com nós mesmos e com os outros.
Neste texto, Will compartilha uma reflexão profunda sobre o oculto: aquilo que não foi elaborado, que insiste em falar, que molda pensamentos, afetos e escolhas — mesmo quando tentamos silenciar.
Queremos gerar conhecimento aplicável sobre a saúde da mente
Relacionamentos abusivos raramente começam com violência explícita. Eles começam com intensidade. Com presença. Com algo que parece cuidado. E mudam.