Estar na Pele da Bruna
Na nova página do Estar na Pele, Bruna Ferreira reflete sobre essas marcas invisíveis e sobre um aspecto importante do processo de recuperação: compreender que seguir em frente nem sempre significa voltar a ser quem se era antes.
Estar na Pele da Camila
Na segunda página de seu diário aberto, Camila compartilha como um acontecimento aparentemente pequeno despertou uma sensação profunda: a de que sua história, enfim, havia sido lida e reconhecida.
Estar na Pele da Camila
Na estreia de sua participação no Estar na Pele, Camila compartilha um relato sobre a experiência de permanecer viva, presente em seus sentimentos e em seu amor, enquanto enfrenta o afastamento da própria filha.
Estar na Pele da Bruna
Na nova página do Estar na Pele, Bruna Ferreira parte de acontecimentos recentes para refletir sobre o papel das instituições, da Justiça e da cultura na prevenção da violência contra as mulheres.
Estar na Pele da Bruna
Na nova página do Estar na Pele, Bruna Ferreira compartilha um momento profundamente íntimo: a noite em que buscou respostas para uma pergunta que já não conseguia responder sozinha.
Estar na Pele da Bruna
Relacionamentos abusivos raramente começam com violência explícita. Eles começam com intensidade. Com presença. Com algo que parece cuidado. E mudam.
Estar na Pele da Bruna
Na nova página do Estar na Pele da Bruna, a pergunta não é sobre dinheiro. É sobre tudo aquilo que não se mede. E sobre o que realmente precisa mudar para que histórias assim não se repitam.
Estar na Pele da Bruna
Neste texto, Bruna compartilha o que quase nunca aparece nos relatos: a insistência que antecede a validação. O cansaço de explicar, organizar provas, repetir a própria dor — em um sistema que ainda exige demais de quem já foi violentada.
Estar na Pele da Bruna
Falar sobre violência psicológica ainda é difícil. Talvez porque, ao contrário da violência física, ela não deixe roxos, cortes ou ossos quebrados — ela corrói por dentro. Silenciosa. Disfarçada. E, por isso, tão perigosa.
Estar na Pele da Bruna
Por acaso eu te fiz alguma coisa? Essa é a pergunta que volta e meia me atravessa a garganta. Não por mágoa apenas — por perplexidade mesmo. Porque eu penso: será que fiz algo tão grave a ponto de merecer silêncio?
Estar na Pele da Bruna
Depois de tudo o que passei — de todos os episódios de violência — eu me reergui. Não sem traumas, buracos e cicatrizes, mas me reergui.
Estar na Pele da Bruna
Falando sobre culpa. Nós mulheres somos ensinadas o tempo todo a sentir culpa. Culpa pelos pais, culpa pelos filhos, culpa por ser “feia”, por ser “bonita”.
Estar na Pele da Bruna
Há um pouco mais de 11 anos eu tive não o primeiro, mas talvez o mais grotesco contato com a capacidade humana de manipular fingir e mentir.
Estar na Pele da Júlia Bergman: página 01
Primeira página do diário da Júlia traz um relato forte sobre uma ex garota de programa. Venha sentir como é estar na pele da nossa nova colunista.
4 passos para lidar com abuso verbal
O abuso verbal é uma maneira de ferir outros, consiste no uso de palavras ou até mesmo do silêncio.
Sobre a violência doméstica
O número de casos de violência doméstica reportados para a polícia aumentou 5 vezes durante o isolamento social. Um problema antigo, que ganhou mais atenção com a pandemia, traz sempre a pergunta: o que desperta tanta violência?
O tratamento silencioso: uma tática de abuso e controle
Recusar-se a ouvir, falar ou responder a um parceiro é chamado, algumas vezes, de "tratamento silencioso". Muitas pessoas ignoram emocionalmente seus parceiros para magoá-los, puni-los ou manipulá-los.
Uma visão psicanalítica da violência doméstica
Não é de hoje que se testemunha (em muitas ocasiões na própria carne) repetidos episódios de tragédias familiar que causa espanto, revolta e conformismo.
A negação evita a dor, mas também evita a mudança
Esquivar-se da realidade para viver na negação é uma característica forte de nossa espécie. Quando não queremos mudar, colocamos nossas cabeças na areia e usamos a negação.